Curiosidades e Dicas
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Mantenha seus softwares antivirus, firewall pessoal, anti-spyware e antispam atualizados.
Não forneça seus dados pessoais ou senhas, nem efetue pagamentos em sites não confiáveis e de procedência desconhecida.
Desconfie de ofertas tentadoras ou mensagens com anexos ou links, principalmente de remetentes desconhecidos.
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A HISTÓRIA DO TREVO DE QUATRO FOLHAS
O trevo universal da sorte, o trevo de quatro folhas, é tido internacionalmente como o TREVO DA SORTE, um amuleto ou talismã natural.
A lenda deste trevo data de 200 anos antes de Cristo. A raridade deste, ( normalmente de 3 folhas ), fez com que os Druidas ( mestres, juízes e sacerdotes na Inglaterra e Irlanda), o considerassem sagrado.
Na Irlanda , os Druidas tinham mais importância que os reis e guerreiros. Acreditava-se que eles podiam prever o futuro e os mistérios do mundo. Possuíam o próprio alfabeto chamado “OGAN” que somente os Druidas podiam lê-lo.
O nome DRUÍDAS significa “ Sábio de Túnica” . Conheciam o carvalho e várias vezes ao ano os Druidas entravam nos bosques de carvalho para trabalhar. Esses bosques eram considerados sagrados, pois fora lá que encontraram pela primeira vez o TREVO DE QUATRO FOLHAS, sendo o mesmo considerado sagrado por formar a imagem de CRUZ pelas quatro folhas, significando perfeita Unidade e Equilíbrio.
A lenda conta que quem possuísse em TREVO DE QUATRO FOLHAS, não teria dificuldades ou infortúnios, tendo sempre a SORTE e o SUCESSO ao seu lado.
PROFISSÃO DE FÉ
Professo que acredito reverentemente na
SORTE.
Professo que em meio as manias habituais desfruto do achado de uma possível
LOTOMANIA.
Creio, apesar dos reveses da vida, na
LOTOFÁCIL que me brindará a qualquer momento.
Creio que há uma (es)
QUINA apontando a direção nas encruzilhadas da vida.
Acredito que, diante dessa partida de futebol que é a vida, surgirá a oportunidade de ganhar na
LOTOGOL.
Creio mais ainda, em meio a tantos senões e dificuldades do dia a dia, tornando muitas horas e dias pequenos, que a
SORTE MAIOR me chegará nas asas da
MEGA-SENA.
E se as frações de bilhetes federais não me vierem a nível pessoal, compartilharei com apostadores fiéis todos os
BOLÕES dos propósitos creditados.
Creio por fim, que se a única chance que a vida me proporcionar for a esperança, que mesmo assim terei a
DUPLA-SENA (chance) de um dia a
SORTE acontecer.
NUMEROLOGIA
A numerologia, ciência que se originou de ensinamentos e tradições hindus e árabes, mas que também tem influências gregas, chinesas babilônicas e hebraicas, afirma que os números são os únicos elementos do universo que sempre permanecem inalterados. Segundo esta filosofia, os números não regem, mas influenciam e guiam nossa vida, podendo influenciar sobre nosso caráter e destino.
VEJA ALGUMAS DICAS NUMEROLÓGICAS
Para você obter números da sorte que estejam ligados a você. A numerologia trabalha apenas com números de um dígito, mas sabendo alguns de seus números de sorte, você poderá combinar e formar dezenas para fazer sua aposta. Boa sorte!
1. Número de letras de seu nome completo
Exemplo: João da Silva
4+2+5=11 e 1+1=2
2. Número do dia + mês de nascimento
Exemplo: 25 de agosto
2+5+8=15 e 1+5=6
3. Número do dia + mês + ano de nascimento
Exemplo: 25 de agosto de 1950
2+5+8+1+9+5+0=30 e 3+0=3
4. Número de letras do nome completo + dia + mês de nascimento
Exemplo: João da Silva, 25 de agosto
1+1+2+5+8=17 e 1+7=8
5. Número de letras do nome + dia + mês + ano de nascimento
Exemplo: João da Silva, 25 de agosto de 1950
1+1+2+5+8+1+9+5+0=41 e 4+1=5
6. Número de letras do nome completo + número do dia em que joga
Exemplo: João da Silva, dia 8
11+8=19, 1+9=10 e 1+0=1
7. Número da hora + dia da semana em que joga
Exemplo: 17h de sexta-feira
17+5=22 e 2+2=4
Atenção - dias da semana: 1= segunda, 2= terça, (...), domingo=7
8. Número de letras do nome + número da hora em que joga
Exemplo: João da Silva, às 17h
11+17=28, 2+8=10 e 1+0=1
9. Número de letras do nome + número do dia da semana
Exemplo: João da Silva + sexta-feira:
11+5=16 e 1+6=7
10. Número de letras do nome + número da hora e dia da semana em que joga
Exemplo: João da Silva, às 17h de sexta-feira
11+17+5=33 e 3+3=6
11. Número de letras do nome + número do dia do sorteio
Exemplo: João da Silva, 9
11+9=20 e 2+0=2
TABELA DE PITÁGORAS
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O sistema de Pitágoras é o mais usado para calcular o valor numerológico de cada letra. Com a tabela pitagórica, é possível calcular os números do nome, da alma e da personalidade. Siga as instruções abaixo para calcular esses números: |
Número do nome
» Escreva seu nome completo e atribua a cada letra um número, de acordo com a tabela;
» Some os números até obter apenas um dígito.
Número da alma
» Atribua números apenas às vogais de seu nome;
» Some os algarismos até obter apenas um dígito
Número da personalidade
» Atribua números apenas às consoantes de seu nome;
» Some os algarismos até obter apenas um dígito.
SAIBA MAIS SOBRE OSWALD DE SOUZA, O MAIS FAMOSO MATEMÁTICO DO BRASIL
Matemático Oswald de Souza é um homem de fé. Nos números e em Deus. Entre a igreja e o Maracanã, o criador da quina da Loto, jogo de loteria da Caixa Econômica Federal, reza todos os dias e vai à missa aos domingos, mas não deixa de fazer uma fezinha nas apostas. De ascendência portuguesa, Oswald José Levy de Souza ficou famoso na década de 70, quando passou a fazer previsões do número de ganhadores na Loteria Esportiva e do rateio dos prêmios. Suas estatísticas dividiam a atenção com a Zebrinha, personagem de animação que anunciava os resultados dos jogos, indicando a coluna ganhadora – um, dois ou do meio – e comentando os resultados inesperados com o famoso “Ih, deu zeeeebra!”. Isso no programa Fantástico, da Rede Globo, atividade que ocupou Oswald por mais de 19 anos e fez dele sinônimo de matemático no Brasil: seu nome sempre era acompanhado da profissão. Alçado à fama pela exatidão dos cálculos, criou também o sistema de apostas do Jockey Club Brasileiro. Bom negociante, comanda a Oswald de Souza Consultoria, firma especializada em jogos e loterias com serviços prestados a grandes empresas como Coca-Cola e Ponto Frio, e poderia até parar de trabalhar. Mas, aos 59 anos, acha que tem uma missão: cuidar dos três filhos e de quem estiver próximo e precisar. Mas olha bem a quem estende a mão. “Não adianta me procurar. Só ajudo instituições que conheço”, afirma. Enquanto houver jogo, haverá ocupação para o matemático, que detesta desperdício e só não economiza com o telefone. Já que dirige pouco, fala muito. Tanto que até a mulher, Isabel, reclama. É controlador, mas jura que não é pão-duro. Engenheiro civil por formação, nasceu e cresceu na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde vive até hoje. Mas dá suas voltas ao mundo. Viaja, acompanha jogos e visita cassinos. O cérebro exige. Sorte, azar, perda, ganho, erro e acerto. O que importa para o matemático é dar o lance certo. E nunca ficar na coluna do meio.
Quando você descobriu a matemática como vocação?Aos cinco anos de idade, quando entrei na escola. Na minha primeira prova de matemática tirei 10, e isso me rendeu uma certa fama. Não sei se porque a prova era difícil ou porque causava estranheza um baixinho tirar 10.
Nos anos 70, você conquistou projeção em todo o país antecipando o número de ganhadores da Loteria Esportiva na televisão. Como descobriu que poderia fazer isso? Depois de formado, trabalhava como engenheiro e jogava cartas, aos domingos, no Fluminense. Bolei uma fórmula de calcular o número de ganhadores e apostava lá, com o pessoal. Não tinha dinheiro para grandes apostas, mas ganhava sempre. Isso despertou a curiosidade de muita gente. Expliquei que havia chegado a uma fórmula que possibilitava fazer o cálculo, que o método era científico. Um amigo, Mário Pucheu, me levou para a TV Rio para fazer uma inédita aferição de ganhadores no programa Terceiro tempo. Era a época de grandes ganhadores na Loteria Esportiva.
Qual o seu percentual de acerto? Nesses anos todos, desde 12 de novembro de 72, quando fiz a primeira previsão, mantive média de 90%.
Como foi o início da era da Zebrinha do Fantástico? Eu já havia feito trabalhos na Rádio Globo e algumas pessoas comentavam o que eu fazia na TV Rio. No fim de 73, tive um encontro com o Armando Nogueira, na época diretor de jornalismo da TV Globo. Começamos em 1974 no Fantástico, onde fiquei por mais de 19 anos.
A criação da fórmula da quina foi conseqüência desse trabalho? Eu fazia as previsões na Rede Globo havia alguns anos. Em 79, me disseram que a Caixa ia lançar a Loto e gostariam que eu fizesse a divulgação do jogo. Achei a proposta interessante, mas decidi pedir um cachê alto, de Roberto Carlos, e pagamento à vista. Nunca achei que eles topariam. Só que, 20 dias depois, eles disseram sim. Foi aí que vi como funcionaria o jogo: esquema de quadra, terno e duque e prêmios muito pequenos. Achei que aquilo estava fadado ao fracasso e não iria me comprometer com algo que pudesse abalar minha credibilidade. Cheguei à conclusão de que a solução seria instituir a quina, uma maior dificuldade e também a acumulação do prêmio.
Para quem está há 54 anos envolvido com a matemática e atua na área de jogos há mais de 30, já dá para afirmar, com precisão, qual o perfil do bom jogador? Eu tenho uma máxima: qualquer jogador deve ser corajoso na vitória e medroso na derrota. O que mais se vê por aí é o contrário. Em geral, se ele ganha, pára. O que eu aconselho, no cassino, na bolsa de valores ou no carteado, é: se estiver numa posição ganhadora, seja arrojado. Explore o momento de sorte, não pode ter hora para jantar. E toda vez que estiver numa posição perdedora, seja medroso. Se está perdendo, pare, saia para fazer compras, vá fazer uma outra coisa qualquer, volte em outro horário. Toda minha experiência está aí.
Você joga sempre? Que tipo de jogo o atrai? Já joguei, hoje jogo pouco, só em cassino. Mas já joguei pôquer, biriba, pontinho e corrida de cavalo. Já joguei muito na Loteria Esportiva, também. Hoje em dia jogo na Mega-Sena, quando está acumulada. Acho, inclusive, que meu bom desempenho na carreira deve-se ao fato de que sou empresário e jogador ao mesmo tempo. Conheço as regras dos jogos.
E qual o sentido da disputa? Sempre me envolvi com jogos e desafios. A disputa é algo altamente excitante, um troço inacreditável. É você conquistar alguma posição, algum título, um bem, dinheiro, algo que você ainda não tem.
Você tem um percentual de acerto alto. Ainda assim o erro pesa muito? O fato de errar me machuca, me cobro muito. Não importa se apostei muito ou pouco. Tenho de ser tecnicamente correto.
Você já ganhou dinheiro em apostas? Em 1975, na Loteria Esportiva. Ganhei um prêmio que deu para comprar um carro novo, no valor de US$ 25 mil, mas não daria para dar um soco na mesa e adeus ao chefe. Não é um prêmio que faz a independência.
Além de ter rendido estabilidade financeira e alguma fama, no que mais a matemática é útil na sua vida? Ela me ajuda a criar. Ocupei espaços que não tinham sido preenchidos ainda, como um matemático mais lúdico, mais criativo.
Você é decidido? Nunca ficou na coluna do meio? Sou um homem que pensa muito. Pondero, avalio antes de tomar uma decisão. Mas sou de tomar atitudes. E acredito que o crédito que desfruto hoje se deve ao fato de que sempre declarei a chance real, corretamente calculada. Sempre falo minha opinião, mesmo que não agrade a A ou B. Tive a ousadia de dizer, em 74, que a Holanda tinha mais chances que o Brasil na Copa, o que se confirmou. Faço questão de dizer o que penso. Mesmo que seja contra o Brasil ou contra o Fluminense.
Na sua opinião, Deus joga dados? Só tenho de agradecer muito a Deus. Sou bem-aventurado e não cometo nenhum pecado jogando da maneira que jogo e vivendo de projetos relacionados a jogos. O meu jogo não me prejudica, nem a terceiros. Recentemente, passei por uma experiência em que comprovei a força da minha fé. Nunca tive nada, mas, por insistência da Isabel, fui ao cardiologista. O médico me pediu para fazer cateterismo e avisou que tinha uma possibilidade razoável de ter de colocar um stent (peça usada para desobstruir artérias). Como escravo dos números, quis quantificar as minhas chances. O cirurgião, então, falou que eu tinha 40% de chance de não ter nada; 50% de colocar pelo menos um stent; e 10% de ter um troço mais complicado. Não deu nada, porque Deus achou que eu não devia ter nada, que meu ciclo aqui embaixo ainda não terminou.
Mas entre a roleta e o Evangelho, você não se vê acendendo duas velas? Tudo que você faz para o bem, Deus não pode reclamar. Se eu trabalho com jogo para fazer outras pessoas felizes, Deus não reclama. A pessoa tem de considerar o jogo um entretenimento, e não investimento. Não recomendo a ninguém considerar o jogo um meio de vida, pois vai quebrar a cara.
Você é a favor da legalização dos cassinos no Brasil? Acho que sim. Desde que houvesse um valor X destinado a obras sociais. Gosto do modelo americano: tudo certinho, com auditoria, muito controle. E que se separe do jogo um percentual para tirar de quem tem e dar a quem não tem.
Por que é tão difícil ganhar na Mega-Sena? Por isso o prêmio é grande. É proporcional à dificuldade. Uma chance em 60 milhões.
A vida é mesmo um jogo? É. Você tem de saber ganhar e saber perder. É triste não saber perder. Mas é profundamente lamentável não saber ganhar.
Quem é o mau ganhador? O que tripudia. O bom jogador não tripudia. Na vida, é muito importante saber ganhar.